Quem toca, quando, com qual música e em qual tom. Num lugar só, no lugar de três grupos de mensagem e uma planilha que ninguém abre.
Quem confirma se perde entre figurinhas, o tom combinado fica quarenta mensagens acima, e sábado à noite alguém descobre que não tem baterista. Não é falta de compromisso. É falta de lugar.
A sugestão olha o rodízio das últimas semanas, quem avisou que não pode, quem já está escalado em outro evento no mesmo dia e quem exerce cada função. E cada nome vem com o porquê: sugestão que ninguém entende é sugestão em que ninguém confia.
A última palavra é sempre de quem lidera: você ajusta o que quiser antes de publicar.
Culto todo domingo, ceia no dia 1, vigília no último sábado do mês. A agenda entende a regra e cria os eventos; cada um com seu tipo, seu horário e seu local.
Culto, ensaio, congresso, EBD: cada tipo com suas funções, seu repertório e seu traje padrão.
As próximas semanas numa tela só, com o estado de cada escala: confirmada, pendente, esperando você.
A escala publicada vira notificação, e a resposta é um botão: Confirmar ou Não posso. Quem não pode diz antes, e não no domingo de manhã. E quem avisou indisponibilidade nem entra na conta do motor.
Alguém caiu? O motor sugere o substituto na hora, pela mesma régua de rodízio.
O recado da liderança fica fixado e chega como notificação. Não depende de quem abriu o grupo de mensagem naquele dia.
Quem lidera vê quem confirmou e onde falta gente. Quem toca vê as músicas no tom do evento, o traje combinado e o mural daquela escala. E dá para compartilhar tudo como um cartão pronto no grupo de mensagem.
Definido no tipo de culto, ajustado por escala. Chega de "era social ou era preto?".
Todas as escalas do período numa visão só: o que está confirmado, o que está pendente e onde vai faltar gente.
Cada música guarda tom, andamento, letra, cifra e o link do áudio. Para cadastrar, digite o nome: a busca traz o resto junto, e a ficha nasce preenchida.
Louvor, adoração, ceia: o repertório da escala nasce equilibrado por classificação, do jeito que o culto pede.
A letra e a cifra que valem são as que o grupo revisou, e não a primeira página que a busca achou.
O tom é o da escala, e não o da página de onde a cifra veio. Toque num tom aqui embaixo e veja a grade inteira acompanhar, com a grafia certa: no tom com bemol, a nota se escreve com bemol.
Selecione qualquer trecho e marque: soprano, todos, duas vozes, voz de peito, forte, a cappella. Cada marcação ganha uma cor, e o mapa vocal fica onde todo mundo lê, na letra.
Refrão em três vozes, verso só o ministro: a seção carrega a marcação junto do cabeçalho.
No repertório da escala, o medley aparece como uma música que continua: um número, letras para cada parte e um tom só para o bloco inteiro. No palco, o aviso chega antes da emenda: segue direto.
Cada integrante marca em casa as músicas que já tirou. Quem lidera abre o ensaio sabendo por onde começar: "comece o ensaio por esta, ninguém tirou ainda". Em vez de descobrir no meio que ninguém estudou a música nova.
Quem faz pré-ensaio aparece com isso na justificativa da escolha. Cuidar do repertório passa a contar.
Cada um guarda suas anotações por música: a virada, o dedilhado, a entrada da segunda voz. Só você vê.
Uma música por vez, na ordem da escala, com as marcações vocais visíveis de relance. A tela não apaga no meio do louvor, e ninguém leva papel impresso para o palco.
Acabou uma música, a próxima está a um toque. No medley, o aviso: segue direto, sem pausa.
O andamento da ficha da música, para contar a entrada. Livre em todos os planos.
Sons contínuos, percussão e efeitos, já no tom da música da escala. Aperta o play e o teclado descansa: o pad sustenta a passagem, a oração e a transição entre músicas.
Um controle de mídia acompanha em toda tela: dá para trocar o tom ou encerrar o pad sem sair da letra.
Um pulso no andamento da música, para o momento em que só o violão está no palco.
O afinador cromático ouve pelo microfone, como qualquer bom afinador. O modo canto vai além: você canta um trecho da música da escala e ele diz em que tom a sua voz saiu, e quanto isso dista do tom combinado.
Se o tom da escala não serve para quem ministra, a correção é imediata, e a cifra de todo mundo acompanha.
O integrante manda o tom encontrado para o mural da escala, e a liderança decide. Nada muda sozinho.
Equipe A num domingo, Equipe B no outro: o motor sabe de quem é a vez e completa as faltas com quem está fora da equipe. E dá para montar a equipe na mão sempre que quiser, função por função.
Quem está aprendendo participa nos eventos que a liderança escolher, sem tirar a vaga de ninguém, com rodízio entre os aprendizes.
Cajón, sanfona, projeção, mesa de som: o catálogo padrão é só o começo, cada grupo cria as suas.
Presença, faltas e rodízio por pessoa e por função. Sem nota e sem pódio: serve para enxergar quem está sumindo antes de perder a pessoa, e quem está carregando demais antes de esgotar.
Férias, viagem, temporada de provas: registrado uma vez, respeitado em toda escala do período.
Presença escala a escala, em quantas você esteve, quantos pré-ensaios fez e em que funções serviu. É o mesmo retrato que a liderança vê: ver o que o motor vê sobre você é simetria, não vigilância.
Rosto em vez de inicial: a escala mostra quem é quem, e o grupo ganha cara de grupo.
O app inteiro em três idiomas, com tema claro e escuro, no iPhone e no Android.
Do violonista visitante ao ministério com sede e congregações, o Voicing conecta quem precisa com quem pode, sempre com a palavra final dos líderes.
Um código chama qualquer pessoa para uma escala, mesmo quem nunca usou o app. Depois do evento, ela sai sozinha do grupo.
"Preciso de um baterista dia 14." Quem pode aceita, o líder da pessoa aprova, e a vaga se preenche.
Entre grupos da mesma igreja, o motor busca o substituto na congregação vizinha sozinho.
Convidado não entra no rodízio, não conta no plano e tem prazo. Passou o evento, o grupo volta ao normal.
No plano Max, cada subgrupo tem sua agenda, seu repertório e sua equipe, e a liderança da sede enxerga tudo pelo seletor de grupo. Quem toca em dois ministérios troca de grupo num toque.
Líder num grupo, músico no outro: as permissões acompanham a pessoa em cada lugar.
Até 10 pessoas, sem cartão. Acima disso, uma assinatura só para o grupo inteiro: quem sai do grupo não leva o plano junto, e o responsável pelo pagamento é transferível.
Até 10 pessoas
Para o ministério que cresceu
Com as ferramentas de palco
Com subgrupos: sede e congregações
O Pad, o afinador e o modo canto fazem parte dos planos Pro e Max. O metrônomo é livre em todos. Ciclos mensal e anual, assinados pela própria loja do celular.
Aponte a câmera do celular e baixe o Voicing. Em dez minutos o grupo está criado, o time convidado e o próximo domingo de pé.
voicing.com.br
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